Empatia Hackeada

Por Rogério Vaz

Imagem: Pixabay

Tem quem olhe
Para o próprio nariz e ponto
Um ponto de vista distorcido
Um mundo inteiro em desencontro

Já dizia Drummond
Mundo, mundo, vasto mundo
Mas aqui Raimundo não aparece
Nem pra rimar, cada um por si,
Cada qual no teu julgar

Eu julgo o que tu pensas
Tu julgas meu pensar
Conversas suspensas
Dicotomia, nosso lar

No substrato da vida
O que sobra é solidão
Oportunidade perdida
Desajuste, confusão.


Mineiro desde 1984, Rogério Vaz respira poesia e joga uns poemas ao vento. Estudou Comunicação Social no Unipam e descobriu que prova não prova nada.

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