Por Teófilo Arvelos
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| Imagem: Pixabay |
Fui a uma hamburgueria. “Qual é o seu nome?” “Teo” — sempre respondo assim, com meu curto apelido, na hora de ser atendido. É que muita gente não sabe escrever “Teófilo”, especialmente fora de Minas (o estado conta com a cidade de Teófilo Otoni, que internamente tem alguma fama). Variações de grafia são esperadas: “Téo”, “Theo”, “Théo”… Surpreendeu-me, porém, o que li no papel de confirmação do pedido: TEUL. É claro que podia ter sido pior — podia ter sido, por exemplo, TEIÚ. Ainda assim, fiquei muito espantado, e indagando-me com o que eu me depararia se tivesse dito, a quem me atendeu, que eu me chamava Teófilo.
Teófilo Arvelos é autor de seis livros de poesia, publicados pelo Grupo Editorial Atlântico. Formado em Geografia pela Unicamp, atualmente faz mestrado na mesma área e instituição.
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